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Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo renova apoio ao Ipezinho

20 de março de 2018

O segundo ano de parceira possibilitará o atendimento psicopedagógico para as crianças e os familiares.

A Fundação Julita anuncia com muita alegria a renovação da parceria com o Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo que, desde o ano passado, é parceiro financeiro do Projeto Ipezinho, beneficiando 50 crianças de 4 a 5 anos em vulnerabilidade social por ano.

Para 2018, o Projeto Ipezinho iniciará um novo ciclo: além da manutenção do atendimento, haverá a atuação de profissionais da psicopedagogia. Estes profissionais atuarão, em conjunto com a equipe de psicologia da Fundação Julita, para trazer alternativas às dificuldades que possam interferir no processo de aprendizagem das crianças a partir da análise do comportamento dos educandos.

Além disso, o profissional de psicopedagogia irá também desenvolver atendimento junto às famílias das crianças, favorecendo o desenvolvimento integral no processo diário.

Uma vez que o trabalho realizado pela Fundação Julita tem como referência a Proteção Básica dentro da Política de Assistência Social, várias ações do Projeto Ipezinho foram pensadas para ampliar a participação e a consciência das famílias em relação ao desenvolvimento de seus filhos e filhas.

O Ipezinho permite que as crianças do projeto recebam incentivos para seu desenvolvimento cognitivo, físico e emocional no contraturno escolar. Os resultados desse tipo de iniciativa ficam evidentes na baixa taxa de evasão, na adesão dos alunos às atividades propostas e na participação dos familiares nas reuniões pedagógicas e em seus eventos voltados para toda a comunidade“, comenta Isabel Aché Pillar, superintendente do Instituto CSHG.

Projeto Ipezinho

O Projeto Ipezinho consiste no atendimento em contraturno escolar, direcionado à faixa etária dos 4 aos 5 anos e 11 meses para crianças em alta vulnerabilidade social, que faziam parte da creche da Fundação Julita. É um projeto único e muito importante, pois não existe, na região, atendimento no período oposto ao da pré-escola formal no âmbito da política pública de assistência social.

A iniciativa tem como base a Educação Popular; sendo assim, o educador, a partir da realidade da criança, é quem constrói as atividades dentro de quatro áreas multidisciplinares: Educação Ambiental, Educação pelo Esporte, Educação pela Cultura e Educação em Saúde. No projeto pedagógico, há uma ênfase maior para a sustentabilidade e a educação ambiental, uma vez que a Fundação tem uma extensa área verde (4 mil m² de Mata Atlântica) e uma fazendinha, com diversos bichos de pequeno e grande porte.

As ações socioeducativas visam ao desenvolvimento da cidadania e de princípios éticos e valores, sobretudo da autonomia, identidade, respeito ao meio ambiente e a construção do ser crítico (da reflexão sobre atitudes individuais e coletivas e o convívio com as diferenças).