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Fundação debate o 13 de maio com eventos culturais

11 de junho de 2018

O que significa o 13 de maio para você?

Dentro desse questionamento e entendendo a importância de debater a data, a Fundação Julita realizou uma serie de atividades educativas e culturais.
Entre elas, o debate “História do racismo e seus desdobramentos”, com o palestrante Douglas Araújo, Mestre em Estudos da África.

Logo de início o educador explicou um ponto central: de que a humanidade começou no continente africano. Portanto, foram as migrações para outros continentes e a mudança de meio ambiente que ocasionaram as modificações dos traços físicos dos seres humanos. A partir desse entendimento ficou mais fácil entender que não existe raça humana superior à outra, como a própria ciência já comprovou. CLIQUE e leia mais.

 

 
Palestra “Fala sobre as religiões de matriz africana e sua importância na resistência cultural”, com o Babalorixá Adriano de Ayra, representante do Fórum Regional de Cultos de Matriz Africana.

Durante o bate papo o Babalorixá explicou termos que integram as religiões de matriz africana, explicou quais são as vestimentas, os rituais e toda a cultura que existe para esses povos tradicionais de origem africana. de matrizes africana. CLIQUE e leia mais.
 
 

 

Debate “Pé no terreiro: pesquisa sobre a presença negra na zona sul”, com o Coletivo Cine Becos.

Com o objetivo de fazer um resgate dos ancestrais afro-brasileiros, questionando quem ajudou a construir a cidade de São Paulo, o Pé no Terreiro fez uma investigação para dar visibilidade positiva aos terreiros de candomblé e umbanda, na periferia na zonal sul. Com isso, buscou mostrar uma nova narrativa periférica, diferente da violência mostrada em programas sensacionalistas de televisão. CLIQUE e leia mais.
 

 

O Cine Julita debateu o documentário “Quem te Penteia”, CLIQUE e assista

Ainda houve uma roda de conversa sobre a história da capoeira e vivência, CLIQUE e veja mais.


 
Para conferir como foi a “Exposição Fragmentos estéticos: Afro-brasileiros racismo e religiosidade”, CLIQUE AQUI.