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Na Julita, brincar é coisa séria!

10/08/16

Em julho, o Programa Ipê Amarelo realizou a Colônia de Férias, em parceria com o projeto Jovens Monitores em Esporte. Foram duas semanas de muita brincadeira e diversão, tendo um ingrediente especial: aqui na Julita, brincar é coisa séria!

O brincar não é puro entretenimento, mas é entendido como algo fundamental para a vida da criança. A Fundação Julita acredita que é também brincando que a criança se desenvolve (física, cognitiva e emocionalmente), estabelece relações e compreende o mundo à sua volta. O brincar é um direito e aqui ele é garantido!

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Encontro de gerações

Para desenvolver a Colônia, jovens e educadores pesquisaram brincadeiras novas, resgataram as tradicionais de rua e aplicaram jogos adaptados à realidade das crianças. A intenção é que o jovem monitor aprenda a planejar e a executar atividades para as crianças e a riqueza de tudo isso também está no encontro entre as gerações.

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Quebrando padrões e estereótipos

Se em outros espaços o termo “café com leite” é adotado, aqui essa expressão não tem vez! A Colônia é planejada de forma que todo o mundo consiga participar. Os jogos e as brincadeiras escolhidos priorizaram o trabalho em equipe, a cooperação, evitando padrões de competição. A exclusão sai para dar espaço ao respeito ao limite e ao tempo de cada participante. Assim, a diversão é garantida para todo o mundo!

Para a educadora Regiany Pereira, do projeto Jovens Monitores em Esporte, “a Colônia propicia a autonomia, a ampliação de repertório, tanto motor quanto cognitivo, além de potencializar valores como respeito e coletividade. A atividade também consegue promover a integração de crianças e adolescentes, contribui para a formação dos jovens, fazendo com que eles desenvolvam o cuidado e o respeito com os menores”.

Brincar: A maneira que a criança se expressa no mundo!

A educadora enfatiza ainda: “Quando as crianças brincam, elas saem daqui muito mais tranquilas e felizes e isso reflete no cotidiano delas e em suas ações na Julita”. Érika Teixeira, coordenadora do Programa Ipê Amarelo, afirma que a Colônia é um momento de liberdade: “Embora tenham atividades definidas, os participantes também têm a liberdade de escolha: podem fazer as atividades propostas ou simplesmente brincar no parque de areia ”. Ela diz que essa liberdade é importante porque estimula a autonomia e o processo criativo das crianças.

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