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Sou dentista voluntária na Fundação Julita

15 de maio de 2017

“Atuo como dentista voluntária na Fundação Julita desde 2014. É a minha primeira experiência como voluntária. Hoje venho uma vez por semana, faço basicamente tratamento dentário e técnica da escovação. Gosto muito de ser dentista e adoro os pacientes daqui, eles têm uma doação total ao tratamento. Tem o caso de uma menina que chegou aqui com uma situação dentária que nem na faculdade eu tinha visto, com mordida cruzada, vários dentes ruins. Depois do tratamento, ela voltou e me disse que agora podia sorrir à vontade.

Tem muita história bonita: Os pacientes mais antigos (atendidos) vêm me visitar até hoje pra saberem se estão escovando os dentes direito. Recebi uma carta de uma mãe um dia, agradecendo. Tudo isso não tem preço. Aqui eu nem me canso, foi um presente de Deus vir pra cá. Estou realizada! Queria poder vir todo dia, ter mais tempo para fazer conscientização e prevenção, para que eles entendam o quanto a saúde bucal é importante, pois uma má higiene bucal pode afetar inclusive o coração.

Todos precisam de dentista, adultos e crianças, teria que ter mais gente para atender toda a demanda. Acho fundamental o trabalho da Julita e de organizações semelhantes em prol da comunidade, da qualidade de vida, da conscientização, do aprendizado e da valorização do indivíduo”.

Elaine Urbinati, dentista voluntária.

 
 


Fazer teatro na Julita mudou a minha vida

20 de abril de 2017

“Faz dois anos que frequento a Fundação Julita. Já fiz Lian Gong, Afromix e, no ano passado, iniciei no teatro. Tenho uma história de timidez desde que me conheço por gente. Tenho muito problema em falar em público. Sempre falavam pra mim: ‘faz teatro, vai ajudar muito’.

Eu pensava: ‘o que vou aprender nesta altura da vida’? Daí, eu me aposentei e comecei a cuidar de mim. Nunca é tarde para começar, tudo acontece na hora que tem que ser. Fazer teatro foi uma grande realização pra mim, me trouxe uma transformação muito grande. Para a apresentação, era uma briga interna, queria e não queria vir.

Quando chegava aqui me acalmava, os alunos e o professor me incentivavam. Depois fiz a apresentação com a maior alegria no coração. Saí dali que ‘parecia nem estar no chão de tanta felicidade’! Só que eu não tive coragem de chamar a família para me ver. Desta vez (eles voltam a se apresentar em 2017), já avisei o dia e disse que todo mundo tem compromisso marcado. Vou levar a família toda pra me ver! Já estou até com participação maior no teatro. Venci as dificuldades, foi uma superação a cada dia!”.

Maria José da Silva Alves, 64 anos
 
 


Sou a primeira jovem aprendiz da Fundação a ser efetivada na Honda

17 de março de 2017

“Comecei a estudar na Julita com 14 anos. Aos 16 anos, ingressei como jovem aprendiz na Honda, na área de Administração e Serviços. Do acompanhamento enquanto jovem aprendiz com a Fundação Julita, eu aprendi a me comunicar melhor, a lidar com conflitos. Ajudou, sobretudo, no meu projeto de vida, pois até então ninguém do grupo de aprendizes tinha sido efetivado na Honda.

Mesmo assim, fui orientada pelos coordenadores da Fundação Julita a acreditar que se eu me desenvolvesse e me destacasse conseguiria ser efetivada. Neste ano (2017), após dois anos como jovem aprendiz, isto aconteceu. Sou a primeira jovem aprendiz da Fundação a ser efetivada na Honda!

Hoje estou na área de Recursos Humanos da empresa e, no meio do ano, inicio a Faculdade de Direito. Na Fundação, eu criei responsabilidade, fiz cursos, cresci bastante. Se não tivesse a Julita, acho que até hoje estaria na rua, sem fazer nada, nem conseguiria emprego, muito menos o que tenho hoje!”

Ariany Xavier de Souza, 18 anos.
 
 


A Julita me deu espaço para falar

20 Março de 2017

“Entrei no CCA com seis anos, já z teatro, violão, dança, maracatu, esporte. Gosto da forma de os educadores explicarem as atividades, falamos de temas que nem sempre são discutidos em casa, por exemplo, religião, feminismo, machismo, gravidez na adolescência.

Abre a nossa cabeça e não nos deixa tão fechados no nosso ‘mundinho’. Na escola não tem essas discussões. Adorei o Cine Juventude, o espaço é aberto para todos. Deveriam ter mais espaços assim na comunidade. Antes da Julita, eu não dava minha opinião pra nada, guardava pra mim.

Aqui me deram liberdade para falar! O que quero para o futuro? Ser arquiteta!  A Julita foi a inspiradora para que eu escolhesse essa profissão. Ela é enorme, faz projetos muito grandes, tem um cenário (natureza) lindo. Penso que as pessoas só conhecem a creche ou a terceira idade ou o CCA. Queria poder fazer um projeto para integrar todos esses espaços e eles ficarem mais conhecidos”

Brenda Reis, educanda do Programa Ipê-Amarelo, 13 anos.
 
 


“Acompanhei cada menino crescer aqui”

20 de fevereiro de 2017

Bruno Gonçalves dos Santos, professor voluntário da oficina de Karatê fala sobre a importância da Fundação Julita e da oficina de karatê em sua vida e na de seus educandos. Confira aqui

 

 

 


“Minha história profissional se iniciou graças a Fundação”

25 de maio de 2016

 

A trajetória da Julita é linda e emocionante. Minha história profissional se iniciou graças a Fundação e eu sempre terei um carinho enorme por vocês. O ano de 2008 foi um ano incrível onde plantei muitas coisas, inclusive amigos. O trabalho de vocês é maravilhoso e espero que atinjam cada vez mais pessoas. 

Thaís Santos, ex- educanda do Programa Paineira

 

 


“A Fundação Julita é maravilhosa, sempre preocupada com cada detalhe”

01 de abril de 2016

 

“Foi com imenso prazer que fiz o curso de costura. Ele é maravilhoso, super recomendo à todas que tem vontade de costurar!
A Fundação Julita é maravilhosa, sempre preocupada com cada detalhe; até lanchinho nos é oferecido!

Estou amando costurar e aproveito tudo o que aprendi no meu dia-a-dia, fazendo ajustes em peças da minha casa e também reaproveito tecidos para criar outras peças.

Hoje, estou sem renda fixa e pretendo trabalhar como costureira, fazendo reformas de roupas, para ajudar financeiramente nas despesas de casa”.

Lucimara Conceição, 40 anos, ex- educanda do curso noturno de costura

 

 


“Gostaria de agradecer a Fundação Julita pelo carinho, amor e respeito ao meu filho”

10 de março de 2015

 

Gostaria de agradecer a Fundação Julita pelo carinho, amor e respeito ao meu filho Vitor Queiroz pelo tempo de brincadeiras, amizade e aprendizado. O Vítor começa uma nova fase em sua vida, e só temos a agradecer a essa Fundação que tratam as familias e a comunidade como cidadãos e suas crianças com amor. Meu obrigada de coração. Bjs

Selma Queiroz, mãe de Vitor Queiroz, criança atendida pelo Programa Ipê-Amarelo

 


“Obrigada por todas as crianças atendidas”

16 de dezembro de 2014

 

“Gostaria de deixar meu abraço carinhoso e os agradecimentos por mais um ano de trabalho, carinho e muito amor de todos os educadores e profissionais da Fundação Julita que acolheu meu filho Vítor de Souza Queiroz. Por todas minhas solicitações atendidas, por todas as crianças atendidas o meu obrigada. Parabéns pelo lindo trabalho de vcs e pelo profissionalismo com os pais e crianças. Feliz natal e ano maravilhoso em 2015. Bjs Jânio, Erika, Rosa, Rose e os demais profissionais. Saudades Mari. Obrigada”

Selma Queiroz
Mãe de Vítor de Souza Queiroz